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A deputada federal Erika Hilton, do PSOL, disse hoje que vai levar até as últimas instâncias o caso da deputada estadual de São Paulo Fabiana Bolsonaro (PL), que na semana passada fez uma prática conhecida como blackface ao pintar a pele e dizer que ia se “travestir como uma pessoa negra”. Ela justificou a prática como uma crítica à eleição de Erika à presidência da Comissão dos Direitos da Mulher, da Câmara dos Deputados.

A deputada federal concedeu entrevista na manhã desta segunda-feira (23) a José Luiz Datena, no programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional.

“O que ela fez extrapola todos os limites, inclusive de convivência social. É inaceitável. Então, com toda certeza, nós iremos, junto aos movimentos que já se organizaram, até as últimas instâncias, pedindo que uma resposta contundente seja dada a essa prática para que se não naturalize, não se aceite nenhum tipo de violência, nenhum tipo de prática de ódio contra nenhum grupo social. Nem contra mulheres, nem contra negros, nem contra a comunidade LGBT, nem contra povos indígenas, nem contra ninguém. Ninguém merece, ninguém pode estar sujeito à violência dentro do espaço político.” 

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